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domingo, 4 de agosto de 2013

11ª MEIA MARATONA DE SÃO BERNARDO



Esse fim de semana me reservou o meu maior desafio até agora. Acostumado a provas que variam de 5km a 10km, resolvi testar  meu fôlego e minha resistência. No ano passado meu maior desafio foi a Sargento Gonzaguinha, com percurso de 15 km. Mas hoje enfrentei minha primeira meia maratona.


A prova escolhida foi a 11ª Meia Maratona de São Bernardo. Alguns fatores me fizeram escolher essa prova. O primeiro foi o desafio de uma meia maratona. O segundo é que eu queria fazer uma prova da Corpore. O terceiro, que fosse num final de semana de folga, onde não tivesse o desgaste de trabalhar a noite toda antes da prova. Todos eles conjugados me levaram a São Bernardo do Campo.


A  11ª Meia Maratona de São Bernardo faz parte das comemorações do aniversário de São Bernardo do Campo que completará 460 anos no próximo dia 20 de agosto. São Bernardo do Campo foi fundada por João Ramalho.

Dia com temperatura agradável num lugar que aliou o conhecido com o desconhecido. Apesar de já ter corrido duas vezes esse ano em São Bernardo, a meia maratona junta um trecho já conhecido com outro a ser desbravado. Fora o fato de saber que o local é de fácil, porém distante, acesso.


Como a largada estava prevista para as 08:15hs cheguei um pouco mais cedo para retirar o kit  pré-prova e já ir me ambientando, além de garantir estacionamento no ginásio poliesportivo. Quanto mais cedo a gente resolve os problemas de chegar, estacionar, se localizar e retirar o kit, melhor.


A largada se dividiu em três ondas.  A primeira as 08:15 hs, a segunda as 08:20 hs e a terceira as 08:25 hs, evitando assim aglomerações e atropelos desnecessários. A minha onda foi as 08:20 hs e sabendo do longo percurso pela frente, saí sem forçar o ritmo para não me desgastar logo no início, pois já sabia de antemão que o percurso teria alguns trechos de subida, alguns até acentuados.


Saindo a Avenida Kennedy, em frente ao ginásio poliesportivo, retorno no sentido contrário da Avenida Kennedy, virando a direita na Senador Vergueiro,  Rua Marechal Deodoro, Avenida Francisco Prestes Maia, Rua Tiradentes (mais ou menos no km8, a primeira subida), Avenida Rotary e em seguida acessando a Rodovia Anchieta (próximo a Volkswagen – trecho que alterna subidas e descidas),  Rua Cristiano Angeli (que termina numa longa descida), Avenida Robert Kennedy (uma reta de aproximadamente 3 km). Quando entramos na Avenida Piraporinha já estamos no km 17. Aí vem a terrível subida. Quem sobrevive e chega ao final dessa subida já está no km 18 e aí praticamente é só descida e reta. Porém as pernas já quase não respondem mais. Voltamos pra Avenida Kennedy, fazendo o retorno perto da Senador Vergueiro e chegada em frente ao ginásio poliesportivo.


Quem disse que esse percurso é pesado? No final da prova eu não senti nada... Não sentia as pernas, não sentia os braços, não sentia nem o corpo mais... Apesar de exausto, alguns truques fizeram não ter aquelas assaduras que acabam em carne viva no final da prova. No final, meu tempo foi de 1 hora, cinquenta e seis minutos e 18 segundos. Dentro da minha previsão de chegar abaixo de 2 horas. Mais ainda dá para melhorar.


Apesar da boa organização, ficou aquele gostinho de que poderia ser melhor.  A distribuição de água foi boa, teve banana e laranja num certo trecho mas faltou isotônico. Numa prova de cerca de duas horas, até mais para muitos corredores, só água não é suficiente, ainda mais com o sol ficando mais forte ao longo do percurso e baixa humidade do ar. Nem no final da prova teve.  Apenas o kit com lanche e frutas. Esperava mais da Corpore.



O ponto positivo foi separar quem ia fazer os 21km de quem correria os 5km. Como eles largaram depois e fizeram o mesmo percurso até a Avenida Senador Vergueiro e retornaram, não houve aquele acumulo de pessoas na subida da Piraporinha, como aconteceu na corrida do Sesi, em junho.







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