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terça-feira, 31 de dezembro de 2013

REVEILLON NA PAULISTA COM CLAUDIA, BIA E KLABHIA RUNNING



A avenida mais paulista de São Paulo lotada. Símbolo de uma cidade que não para nunca. Véspera de ano novo. Cenário perfeito para a última corrida do ano. Porém, devo confessar que não tinha me entusiasmado ainda para correr essa prova. Mas, quer motivação maior do que estar entre amigos? Ou motivação maior do que lutar por uma causa?

 
Acessibilidade. Isso é o que move cada um dos membros da equipe Klabhia Running. Correr com a Claudia, Bia e todas as demais pessoas não tem como mensurar. Foi uma experiência única. Não tinha ninguém ali preocupado com si. O objetivo ali era proporcionar diversão e seguranças aos cadeirantes. Outros que foram sendo encontrados no caminho também receberam apoio.



Dia lindo e a Avenida Paulista Lotada. O sol se fazendo presente. Já eram 07:30 e a Claudia já estava na frente do prédio da FIESP junto com a Bia. Pouco a pouco os amigos foram chegando. Nisso, o tempo deu uma virada, um leve chuvisco caiu. A largada da prova  marcada para as 09:00 hs. Mas esperar os mais de 27 mil inscritos sair fez com saíssemos bem mais tarde. Quase as 09:30 horas quando conseguimos sair.
 


3 carrinhos empurrados e protegidos por mais de 60 pessoas. Ao longo do caminho outros foram se juntando ao grupo. Muitos estavam sozinhos e encontraram no grupo um apoio ao percurso longo e acidentado.



Hoje a Bia estava geniosa. Muita gente na Paulista. O tempo que mudou bruscamente. Ela não queria ficar com o capacete. Mas o carinho e a persistência de pessoas como Sindo Martinez, Fernanda Balster, Roberto Itimura entre outros fez com que ela se acalmasse. Logo após a largada, ela já se sentia a vontade e mostrava seu lindo sorriso.


No início, quase que uma caminhada. Muita gente pela frente. Só fomos conseguir correr depois que saímos da Paulista. A medida que íamos progredindo aumentava a nossa velocidade. Mas sem pressa. Pra que pressa? A gente corre o ano inteiro. Literalmente. Ali era para ser desfrutado. Cada metro, cada segundo.


Da metade para o final, o grupo se dispersou e cada carrinho ficou sendo escoltado por um grupo. Eu escoltei o Doca, cadeirante de Itapevi. Ele foi muito aplaudido durante todo o percurso. Esse tipo de escolta além de prazeroso é muito cansativo. Abrir caminho no meio de corredores que já estão cansados não é fácil. Mas a compreensão de todos facilitou a missão.



 
Vencida a subida da Brigadeiro e os 15,6km, a chegada foi emocionante. Percurso concluído em 1 hora e 55 minutos. O tempo em si não é relevante visto que o objetivo maior  foi dar apoio aos cadeirantes. Mais uma missão cumprida. Feliz 2014 à todos!










 
 
 



 

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